segunda-feira, 23 de maio de 2016

segunda-feira, 9 de maio de 2016

COORDENAÇÃO MODULAR, DE 2010 PARA 2016

Coordenação Modular


"Surgido no pós-guerra, a fim de viabilizar a reconstrução da Europa, o sistema de Coordenação Modular tornou-se agente importante para racionalizar e industrializar a construção civil. No Brasil, o modelo esteve em alta nos anos 1970 e 1980, por conta dos estímulos recebidos do extinto Banco Nacional de Habitação (BNH), mas depois quase caiu em desuso. Agora, começa a ser redescoberto pelo setor, sobretudo pela sua capacidade de reduzir custos, otimizar o uso de matéria-prima, aumentar a produtividade e diminuir desperdícios.
Genericamente, Coordenação Modular pode ser definida como um sistema que racionaliza a construção. Ele proporciona a aplicação eficiente de recursos para viabilizar uma obra, integrando toda a cadeia produtiva. Compreende desde a normalização, certificação e projeto dos componentes, passando pela seleção da matéria-prima utilizada para sua fabricação, pelos projetos arquitetônicos, estruturais e complementares, até a montagem e manutenção das edificações.
Os novos conceitos que norteiam a construção civil também geraram uma onda de pesquisas em torno do sistema de Coordenação Modular, além da revisão das normas que o regem, como a ABNT NBR 15873:2010, que entrou em vigor em outubro de 2010 e condensou cerca de 25 outras normas que tratavam do modelo. A partir dela, os processos de fabricação e de construção industrial passam a adotar medida única de 10 centímetros, eliminando a variação na fabricação de componentes."
por:Altair Santos, Jornalista
fonte :http://www.cimentoitambe.com.br/renovada-coordenacao-modular-voltou-para-ficar/
O texto acima foi publicado logo após a renovação da norma em uso para coordenação modular, vejo hoje quase seis anos depois que pouca coisa mudou no brasil, referente ao tema, coordenação modular é um técnica construtiva que ainda encontra dificuldade de entrar forte na industria da construção civil.
Existe no campo do fornecimento de material, alguns objetos como portas, blocos que adotaram a este modulo de 10cm porém os demais setores é quase impossível uma padronização para projetarmos com mais continuidade e menos erros, que acarretam inúmeros desperdícios, acredito que a saída, seria quem compra exigir de quem fornece materiais no modula, e que os grandes órgãos fomente pesquisas neste meio, com investimentos nas universidades e associações. 
Yago D. 


NOTA

A quem interessar...

Este blogue tem o objetivo de compartilhar e divulgar qualquer tipo de informação lincada ao meio da construção civil ou tecnologia que seja direcionada a mesma, não é feito nenhum tipo de plagio ou similar, citamos e referenciamos nossas fontes, e qualquer site que sinta-se incomodado pode entrar em contato conosco e montarmos parcerias que agreguem a nossos leitores. 

Agradeço a atenção, 
Yago D. 

Tinta inteligente

Tinta inteligente revela corrosão e fissuras em estruturas metálicas


A recente queda de uma ponte nos Estados Unidos chamou a atenção para o monitoramento de grandes estruturas metálicas. Por parte dos pesquisadores a preocupação não é nova, já tendo sido propostas diversas soluções, baseadas principalmente nas redes de sensores.

Monitoramento de estruturas metálicas
Um grupo de engenheiros da Universidade de Michigan, Estados Unidos, adotou um enfoque diferente. Eles desenvolveram uma espécie de tinta inteligente, feita com diversas camadas de polímeros, capaz de monitorar as estruturas sem a necessidade de um exame físico, como é feito hoje.
A tinta inteligente não serve apenas para pontes e edifícios, mas também para qualquer estrutura metálica, como aviões e navios, podendo monitorar fraturas, trincas e corrosão. "Esta é realmente uma tecnologia automatizada que não requer intervenção humana para funcionar," diz o coordenador da pesquisa, professor Jerome Lynch.
Tinta inteligente
Como a tinta é composta de várias camadas de polímeros, os pesquisadores também estão chamando o novo material de "pele sensorial artificial para metais." O segredo de seu funcionamento está na dispersão de nanotubos de carbono ao longo das diversas camadas. As propriedades elétricas das camadas transformam a tinta em um sensor multi-uso.
Cada camada da pele artificial consegue medir algo diferente. Uma testa o pH da estrutura, que se altera quando há corrosão. Outra camada registra trincas e fissuras quebrando-se junto com o metal, da mesma forma que a tinta de uma casa não esconde a trinca que está acontecendo na parede.
Micro-fissuras e pontos de corrosão
Nas bordas da tinta inteligente são fixados eletrodos, por sua vez conectados a um microprocessador autônomo. Para realizar a inspeção, basta aplicar uma tensão elétrica sobre a tinta. A corrosão e as trincas alteram a resistência elétrica nas camadas de polímeros e nanotubos.
O microprocessador então cria um mapa bidimensional dessa resistência. O mapa é tão preciso que permite a localização de micro-fissuras e pontos de corrosão microscópicos, que ainda não podem ser visualizados pelo olho humano. Como resultado, a ação corretiva pode começar antes que haja qualquer risco para a estrutura.

fonte :http://www.inovacaotecnologica.com.br/


terça-feira, 26 de abril de 2016

NOTA

BOM DIA, CARO LEITOR


O blog da ECCIVIL, vem com tudo nesses meses de agora em diante, com muito material novo,
NÃOOOO PERCAMM....


Estamos preparando um material sobre TINTAS INTELIGENTES, 





segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

CASA DE PRAIA, CUIDADOS





Os 10 Mandamentos da Casa de Praia


                              Com o início do verão, chega também a vontade (ou tentação) de ter uma casa de veraneio para curtir ao máximo o trio imbatível ‘sol, areia, mar’. Abaixo transcrevo meus 10 MANDAMENTOS para quem vai construir e mobiliar uma:


Chaise-folha em corian – leve e prática

1 – ILUMINAÇÃO e VENTILAÇÃO

A casa deve possuir amplos vãos de esquadrias para maior captação da luz natural e, de preferência,ventilação cruzada - onde apenas ventiladores de teto possam solucionar o calor na maior parte do tempo. Portas de correr com peitoril de vidro (no segundo pavimento) são preferíveis às janelas, se existir uma bela vista indevassável. Permita que o forro acompanhe o pé-direito para melhorar a aeração, evitando a laje plana. Opte por cores claras que reflitam a luz.



Alex Popov Architects



Se a casa não tiver um caseiro que possa abrir as janelas para arejá-la na ausência dos proprietários, o melhor seria que as esquadrias possuíssem no alto uma báscula permanente para aeração. Não se esqueça de prever ventilação nos armários (contra mofo). Closets são boas soluções (inclusive para rouparia, louças, despensa) por possuírem um espaço interno mais amplo e apenas uma porta, que pode ser desenhada com réguas vazadas.


2 – INTEGRAÇÃO INTERIOR x EXTERIOR

Total integração interior x exterior da área social. Se for possível, também na área íntima.



Hayball Leonard Stent PTY LTD Architects



3 – REVESTIMENTOS

Gosto do piso frio em toda a residência (observem todos os cômodos com o mesmo piso desta casa em Rio das Ostras), para o conforto da circulação pós-banho do mar: placas cimentícias, pedras e cerâmicas. Estas sofreram enorme evolução tecnológica e hoje surgem com dimensões generosas, espessura slim e acabamentos diferenciados como linho ou madeira.



Hulena Architects



Em algumas paredes, cores alegres substituem quadros ou esculturas, que devem ser grandes e poucos. Mapas náuticos da região são referências simpáticas.

4 – ESQUADRIAS

Dê preferência às esquadrias quase totalmente de vidro. Se for uma área com muita chuva e vento aí estruture em alumínio (com pintura eletrostática branca), pois vedará melhor.

Já as lindas esquadrias de madeira, terão que ser (re)envernizadas a cada 3 a 5 anos com verniz naval. Bons vernizes protegem da chuva por décadas, mas não do sol.



John Wardle Architects



5 – MOBILIÁRIO

O melhor seria já adquirir móveis práticos – nada de ferro, cromados, tecidos que não sejam impermeáveis. Atualmente existe uma vasta linha, sem brilho, difícil de distinguir dos demais, inclusive courinos substituindo couros. O mesmo acontece com o mobiliário de fibra sintética, hoje uma realidade híbrida nos interiores, com belo design.

Uma vez que a casa de praia costuma receber muitas visitas e estar sempre cheia, decore com móveis leves e de fácil manutenção e limpeza. Poucos móveis que deixem o espaço respirar é essencial. Um bom truque para casas pequenas é embutir pufes sob mesas de centro, bancadas ou estantes e na hora das visitas, espalhar. (Outras idéias para pequenas residências vocês encontram em Móveis compactos e multifuncionais)

A mesa de refeições externa pode ter base de concreto para não voar. Já as cadeiras devem ser leves emplástico, empilháveis, numa gama de cores opacas ou translúcidas.



Cadeiras Philippe Stark em poliuretano



6 – MANUTENÇÃO

O projeto da casa já deve ser pensado para não exigir muita manutenção (como medicina preventiva): amplos beirais para proteger paredes externas da chuva ou do sol; execute um embasamento de cimento ou pedras para que a chuva não respingue na parede; cerâmicas são revestimentos de fácil manutenção, mas não as utilize com muito polimento para não escorregar e você ter que entrar em manutenção.

Colocar uma ducha externa para retirar areia do corpo antes de entrar em casa é indispensável para a limpeza.



Virginia Kerridge Architect



7 – PRATICIDADE

Posicionar a cozinha com interligação para uma grande mesa de refeições, e, se possível, também para uma área externa com entrada independente da casa será muito útil, pois o vai e vem de pessoas atrás de uma água, birita ou pastelzinho é ainda maior neste tipo de residência.



Guz Architects



9 – ÁREAS EXTERNAS

Projetar varandas generosas com redes, decks com ombrelones ou ainda pérgula com mesa para refeições externas é indispensável. As plantas ao redor dão aconchego e amenizam o calor. Mas lembre-se que devem que ser muito resistentes ao sol e não necessitarem de tanta água (principalmente se não existir um caseiro que mantenha a rega diária).



David Ponting Architecture & Virginia Kerridge Architect



10 – PISCINA

Em pátios internos, a presença de ofurôs ou hidromassagens fazem a festa para quem não curte água fria. Se o terreno permitir, uma piscina integrada à casa que também possa ser utilizada à noite será apenas o máximo!



Architects Ink




FONTE :Escrito por, Arq. Ignez Ferraz para o site http://www.forumdaconstrucao.com.br/

VAMOS LÁ GALERA...

VAMOS LÁ GALERA...

volta as aulas chegando, todo mundo muito ansioso, acabei de chegar de ferias, to com muitas ideias de postagens e muito conteúdo preparado para vocês, fiquem ligado. Consegui criar a conta ainda pouco, quero que chova acesso em meu blog, conto com tua ajuda. Qualquer duvida prende o grito.


BOAS AULAS>>>